Planta e Memorial Descritivo: Modelo e Passo a Passo para Usucapião

Planta e Memorial Descritivo: Modelo e Passo a Passo para Usucapião

> Em 30s — Planta e Memorial Descritivo: Modelo e Passo a Pas: Escritura + registro = propriedade; usucapião 5-15 anos; REURB • Will & Pereira.

Regularizar um imóvel por usucapião é, para muitas famílias, o caminho mais seguro para transformar posse em propriedade registrada. Desde a criação da via extrajudicial pelo Código de Processo Civil de 2015 e seu aperfeiçoamento pela Lei 13.465/2017, o procedimento tornou-se mais rápido e acessível.

Neste guia completo da Will & Pereira Advocacia, você entenderá em profundidade planta e memorial descritivo: modelo e passo a passo para usucapião, com base na legislação atualizada, no Provimento 65 do CNJ e na jurisprudência do STJ e STF, com linguagem clara, exemplos práticos e orientação sobre cada etapa, do requerimento ao registro na matrícula.

Ao longo deste conteúdo, detalhamos legislação, requisitos práticos, documentos, custos, prazos e estratégias para aumentar suas chances de êxito, seja pela via judicial ou extrajudicial no Registro de Imóveis, evitando indeferimentos por falta de anuência, divergência de área ou ausência de prova de posse.

> Em resumo: Planta e memorial devem descrever perímetro com vértices, coordenadas, azimutes, distâncias, confrontantes e área total, em escala compatível e assinados por engenheiro ou arquiteto com ART/RRT. Erros de amarração, falta de confrontante ou divergência com a matrícula são as principais causas de exigência do registrador.

Requisitos essenciais e base legal

O Superior Tribunal de Justiça tem reafirmado que a usucapião é forma originária de aquisição da propriedade, o que significa que não há transmissão do antigo dono, mas criação de domínio novo, livre de ônus anteriores. Essa natureza traz consequências registrais importantes: o registrador abre matrícula nova ou retifica a existente, e eventuais hipotecas anteriores não subsistem.

A legislação brasileira trata a posse como fato jurídico com efeitos próprios, distintos da propriedade. Enquanto a propriedade é direito real pleno, a posse é o exercício fático de poderes inerentes ao domínio, e quando exercida com continuidade, sem oposição e com intenção de dono, torna-se apta à usucapião. O Código Civil, nos artigos 1.238 a 1.244, estabelece modalidades com prazos e requisitos diferentes.

Planta e memorial devem descrever perímetro com vértices, coordenadas, azimutes, distâncias, confrontantes e área total, em escala compatível e assinados por engenheiro ou arquiteto com ART/RRT. Erros de amarração, falta de confrontante ou divergência com a matrícula são as principais causas de exigência do registrador.

A legislação brasileira trata a posse como fato jurídico com efeitos próprios, distintos da propriedade. Enquanto a propriedade é direito real pleno, a posse é o exercício fático de poderes inerentes ao domínio, e quando exercida com continuidade, sem oposição e com intenção de dono, torna-se apta à usucapião. O Código Civil, nos artigos 1.238 a 1.244, estabelece modalidades com prazos e requisitos diferentes.

Como funciona na prática

A análise da jurisprudência mostra que fotografias com data, imagens do Google Earth com linha do tempo, notas fiscais de material de construção e declarações de confrontantes são frequentemente decisivas para demonstrar a continuidade da posse. O pagamento de tributos como IPTU ou ITR, ainda que em nome de terceiro, quando corroborado por outros elementos, reforça a tese de posse qualificada.

A boa organização documental evita a principal causa de indeferimento: divergência entre a área possuída e a área descrita na matrícula ou nos cadastros municipais. Planta com vértices georreferenciados, memorial com azimutes e confrontantes nominalmente identificados, e certidões de cadeia dominial coerentes são o tripé da aprovação no cartório.

Um erro comum é confundir tempo de posse com tempo de moradia esporádica. A posse deve ser contínua, sem intervalos relevantes, e o prazo conta-se dia a dia, admitindo-se a soma da posse dos antecessores quando há cadeia de cessões com objeto idêntico. Contratos de gaveta, recibos antigos e cessões de direitos possessórios provam essa cadeia.

Documentos, planta, ART e georreferenciamento

A legislação brasileira trata a posse como fato jurídico com efeitos próprios, distintos da propriedade. Enquanto a propriedade é direito real pleno, a posse é o exercício fático de poderes inerentes ao domínio, e quando exercida com continuidade, sem oposição e com intenção de dono, torna-se apta à usucapião. O Código Civil, nos artigos 1.238 a 1.244, estabelece modalidades com prazos e requisitos diferentes.

Um erro comum é confundir tempo de posse com tempo de moradia esporádica. A posse deve ser contínua, sem intervalos relevantes, e o prazo conta-se dia a dia, admitindo-se a soma da posse dos antecessores quando há cadeia de cessões com objeto idêntico. Contratos de gaveta, recibos antigos e cessões de direitos possessórios provam essa cadeia.

Na prática forense, o elemento mais disputado é o animus domini: a intenção de ter a coisa como sua, não como locatário, comodatário ou detentor precário. Locação, comodato e permissão de uso afastam a usucapião, porque a posse é exercida em nome de outrem. Já o possuidor que paga IPTU, realiza benfeitorias, constrói, cultiva e defende o imóvel contra terceiros demonstra com força o ânimo de dono.

Prova de posse, custos e registro

A boa organização documental evita a principal causa de indeferimento: divergência entre a área possuída e a área descrita na matrícula ou nos cadastros municipais. Planta com vértices georreferenciados, memorial com azimutes e confrontantes nominalmente identificados, e certidões de cadeia dominial coerentes são o tripé da aprovação no cartório.

Um erro comum é confundir tempo de posse com tempo de moradia esporádica. A posse deve ser contínua, sem intervalos relevantes, e o prazo conta-se dia a dia, admitindo-se a soma da posse dos antecessores quando há cadeia de cessões com objeto idêntico. Contratos de gaveta, recibos antigos e cessões de direitos possessórios provam essa cadeia.

A legislação brasileira trata a posse como fato jurídico com efeitos próprios, distintos da propriedade. Enquanto a propriedade é direito real pleno, a posse é o exercício fático de poderes inerentes ao domínio, e quando exercida com continuidade, sem oposição e com intenção de dono, torna-se apta à usucapião. O Código Civil, nos artigos 1.238 a 1.244, estabelece modalidades com prazos e requisitos diferentes.

Checklist da planta e do memorial que o registrador aprova

Um erro comum é confundir tempo de posse com tempo de moradia esporádica. A posse deve ser contínua, sem intervalos relevantes, e o prazo conta-se dia a dia, admitindo-se a soma da posse dos antecessores quando há cadeia de cessões com objeto idêntico. Contratos de gaveta, recibos antigos e cessões de direitos possessórios provam essa cadeia.

Planta e memorial devem descrever perímetro com vértices, coordenadas, azimutes, distâncias, confrontantes e área total, em escala compatível e assinados por engenheiro ou arquiteto com ART/RRT. Erros de amarração, falta de confrontante ou divergência com a matrícula são as principais causas de exigência do registrador.

A legislação brasileira trata a posse como fato jurídico com efeitos próprios, distintos da propriedade. Enquanto a propriedade é direito real pleno, a posse é o exercício fático de poderes inerentes ao domínio, e quando exercida com continuidade, sem oposição e com intenção de dono, torna-se apta à usucapião. O Código Civil, nos artigos 1.238 a 1.244, estabelece modalidades com prazos e requisitos diferentes.

Perguntas Frequentes (FAQ)

1. Posso usucapir área menor que o módulo rural?

Sim. O STJ admite registro de área inferior à fração mínima quando a origem é usucapião, por ser aquisição originária que excepciona o parcelamento mínimo. A análise da jurisprudência mostra que fotografias com data, imagens do Google Earth com linha do tempo, notas fiscais de material de construção e declarações de confrontantes são frequentemente decisivas para demonstrar

2. Preciso de advogado para usucapião extrajudicial?

Sim. O art. 216-A da Lei 6.015/73 exige requerimento assinado por advogado. Além da formalidade, o profissional elabora a peça técnica, orienta planta e memorial, formula quesitos para a ata notarial e responde exigências do registrador. Na prática forense, o elemento mais disputado é o animus domini: a intenção de ter a coisa como sua, não como locatário, comodatário ou detentor precário. Locação, comodato e permissão de uso afastam a usucapião, porque

3. Imóvel com matrícula em nome de falecido pode ser usucapido?

Pode. O proprietário tabular ser falecido ou espólio não impede a usucapião. Certidões do distribuidor e notificação do espólio na pessoa do inventariante suprem a formalidade. O artigo 216-A da Lei de Registros Públicos, incluído pelo CPC de 2015 e aperfeiçoado pela Lei 13.465/2017, dispensa a anuência prévia de todos os confrontantes e do proprietário registral exigida na redação original. Ho

4. Bem de prefeitura ou União pode ser usucapido?

Não. Bens públicos são imprescritíveis (arts. 183 §3º e 191 CF, Súmula 340 STF). A solução é REURB, concessão de uso especial ou legitimação fundiária. Na prática forense, o elemento mais disputado é o animus domini: a intenção de ter a coisa como sua, não como locatário, comodatário ou detentor precário. Locação, comodato e permissão de uso afastam a usucapião, porque

5. O que acontece se o confrontante não anuir?

Após a Lei 13.465/2017, o silêncio do confrontante notificado após o prazo legal é interpretado como anuência. Havendo impugnação fundamentada, o registrador tenta conciliar e, sem acordo, remete ao Judiciário. O artigo 216-A da Lei de Registros Públicos, incluído pelo CPC de 2015 e aperfeiçoado pela Lei 13.465/2017, dispensa a anuência prévia de todos os confrontantes e do proprietário registral exigida na redação original. Ho

A análise da jurisprudência mostra que fotografias com data, imagens do Google Earth com linha do tempo, notas fiscais de material de construção e declarações de confrontantes são frequentemente decisivas para demonstrar a continuidade da posse. O pagamento de tributos como IPTU ou ITR, ainda que em nome de terceiro, quando corroborado por outros elementos, reforça a tese de posse qualificada.

Em Santa Catarina, especialmente na Grande Florianópolis e em Palhoça, onde a expansão urbana gerou muitos loteamentos irregulares e posses antigas sem escritura, a usucapião extrajudicial tem sido ferramenta decisiva. O Registro de Imóveis local exige planta e memorial descritivo, ART ou RRT, certidões atualizadas e ata notarial substancial.

Conclusão: regularize com segurança jurídica

A usucapião, quando bem instruída, é o caminho mais sólido para transformar anos de posse em propriedade plena, com matrícula registrada, possibilidade de financiamento, venda e herança sem litígios. O sucesso depende de prova robusta de posse mansa e pacífica, planta e memorial precisos, cadeia possessória coerente e estratégia correta entre via judicial, extrajudicial ou REURB. A Will & Pereira Advocacia, com atuação em Palhoça, Florianópolis e toda Santa Catarina, assessora desde a análise de viabilidade até o registro final, com atendimento humanizado e técnico. Agende orientação jurídica e dê o passo definitivo para valorizar seu patrimônio com tranquilidade.

A análise da jurisprudência mostra que fotografias com data, imagens do Google Earth com linha do tempo, notas fiscais de material de construção e declarações de confrontantes são frequentemente decisivas para demonstrar a continuidade da posse. O pagamento de tributos como IPTU ou ITR, ainda que em nome de terceiro, quando corroborado por outros elementos, reforça a tese de posse qualificada.

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— *Revisado por Dr. Will Pereira (OAB/SC) • Atualizado em Ago/2026 • [Planalto](https://www.planalto.gov.br) • [STJ](https://www.stj.jus.br)*

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